VI DOMINGO DO TEMPO COMUM
(Nª Srª de Lourdes e dia do Doente)
RITOS INICIAIS
1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona da entrada
Sl 30, 3-4
Sede a rocha do meu refúgio, Senhor,
e a fortaleza da minha salvação.
Para glória do vosso nome, guiai-me e conduzi-me.
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a
assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo
os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo que por nós intercede junto do Pai esteja
convosco.
Ass.: Bendito
seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote
convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos: Para celebrarmos dignamente os santos
mistérios, reconheçamos que somos pecadores.
Após um momento de silêncio, usa-se a
seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que
pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões (e,
batendo no peito, dizem: )por minha culpa, minha culpa, minha tão
grande culpa. (e continuam:) E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a
vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os
nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Ou, faça-se cantado:
HINO DE LOUVOR
5. Quando
for prescrito, canta-se ou recita-se o hino:
Pres.: Glória
a Deus nas alturas,
Ass.: e
paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai
todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos
glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus
Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós
que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do
mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade
de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus
Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
Ou,
faça-se cantado
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza
a oração.
Vinde em auxílio da nossa fraqueza, Deus de
misericórdia,
e concedei que, celebrando a memória da Imaculada
Mãe de Deus,
por sua intercessão, sejamos purificados dos
nossos pecados.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é
Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito
Santo,
por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Lv 13, 1-2. 44-46)
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
«O leproso deverá morar à parte, fora do
acampamento»
– Leitura do Livro de Levítico
O Senhor falou a Moisés e a Aarão,
dizendo: «Quando um homem tiver na sua pele algum tumor, impigem ou mancha
esbranquiçada, que possa transformar-se em chaga de lepra, devem levá-lo ao
sacerdote Aarão ou a algum dos sacerdotes, seus filhos. O leproso com a doença
declarada usará vestuário andrajoso e o cabelo em desalinho, cobrirá o rosto
até ao bigode e gritará: ‘Impuro, impuro!’. Todo o tempo que lhe durar a lepra,
deve considerar-se impuro e, sendo impuro, deverá morar à parte, fora do acampamento».
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Salmo 31 (32), 1-2.5.7.11 (R. 7))
8. O
salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Refrão: Sois o meu refúgio, Senhor;
dai-me a alegria da vossa salvação. Repete-se
Feliz daquele a quem foi perdoada a culpa
e absolvido o pecado.
Feliz o homem a quem o Senhor
não acusa de iniquidade
e em cujo espírito não há engano. Refrão
Confessei-vos o meu pecado
e não escondi a minha culpa.
Disse: Vou confessar ao Senhor a minha falta
e logo me perdoastes a culpa do pecado. Refrão
Vós sois o meu refúgio, defendei-me dos perigos,
fazei que à minha volta só haja hinos de vitória.
Alegrai-vos, justos, e regozijai-vos no Senhor,
exultai, vós todos os que sois rectos de coração. Refrão
SEGUNDA LEITURA
(1 Cor 10,31-11,1)
9. Se
houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.
«Sede meus imitadores como eu sou de
Cristo»
– Leitura da Primeira Carta de São Paulo
aos Coríntios.
Irmãos: Quer comais, quer bebais, ou
façais qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus. Portai-vos de modo
que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à Igreja de Deus.
Fazei como eu, que em tudo procuro agradar a toda a gente, não buscando o
próprio interesse, mas o de todos, para que possam salvar-se. Sede meus
imitadores, como eu o sou de Cristo.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
CANTO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Apareceu entre nós um grande profeta, Deus
visitou o seu povo.
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado
diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó
Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie
dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mc 1, 40-45)
«A lepra deixou-o e ele ficou limpo»
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal
da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Evangelho + de Nosso Senhor Jesus Cristo,+++
segundo São Marcos
Ass.: Glória
a vós, Senhor.+++
Então o diácono ou o sacerdote, se for
oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, veio ter com Jesus um leproso.
Prostrou-se de joelhos e suplicou-Lhe: «Se quiseres, podes curar-me». Jesus,
compadecido, estendeu a mão, tocou-lhe e disse: «Quero: fica limpo». No mesmo
instante o deixou a lepra e ele ficou limpo. Advertindo-o severamente,
despediu-o com esta ordem: «Não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao
sacerdote e oferece pela tua cura o que Moisés ordenou, para lhes servir de
testemunho». Ele, porém, logo que partiu, começou a apregoar e a divulgar o que
acontecera, e assim, Jesus já não podia entrar abertamente em nenhuma cidade.
Ficava fora, em lugares desertos, e vinham ter com Ele de toda a parte.
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro,
rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os
nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
15. Terminada
a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
Ass.: Creio
em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu
único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo;
nasceu da Virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e
sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos
céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a
julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica;
na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na
vida eterna. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
16. Em
seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Irmãs e
irmãos em Cristo: Oremos a Deus nosso Pai, que nos faz conhecer a sua vontade
através da história do mundo e dos homens, e digamos humildemente:
Ass.: Ouvi-nos
Senhor
1. Para
que o nosso Clero, suas paróquias e movimentos sejam confirmados na fé pelo
Papa Silvestre, sucessor do apóstolo São Pedro, oremos.
2. Para
que os responsáveis da nossa Pátria desenvolvam com entusiasmo o bem comum e
promovam os direitos dos cidadãos mais necessitados, oremos.
3. Para
que os membros da nossa assembleia participem dignamente na Eucaristia e cresçam
cada vez mais em boas obras, oremos.
4. Para
que os doentes sejam curados das suas enfermidades, oremos.
(Outras intenções).
Pres.: Deus
eterno e omnipotente, que nos chamais a seguir-Vos como o vosso Filho chamou os
Apóstolos, confirmai no seu propósito os que respondem com decisão e renovai o
entusiasmo dos que vacilam no caminho. Por Cristo Senhor nosso.
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que
recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos
apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre
o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho
que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que
agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
22. O sacerdote,
inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de
meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Concedei, Senhor, que estes dons sagrados
nos purifiquem e renovem, para que, obedecendo sempre à vossa vontade,
alcancemos a recompensa eterna. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
Prefácio II da Virgem Santa Maria
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Abrindo os braços diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Corações ao alto.
O povo responde:
Ass: O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.
Senhor, Pai santo, Deus eterno e
omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação celebrar o vosso poder
admirável na perfeição dos santos e exaltar a vossa bondade na festa da Virgem
santa Maria, inspirando-nos no seu cântico de louvor.
Vós fizestes maravilhas a favor de todos
os povos e manifestastes, de geração em geração, a vossa misericórdia, quando olhastes
para a humildade da vossa serva e, por Ela, nos destes o Salvador do mundo, vosso
Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Por Ele, a multidão dos anjos adora a vossa
majestade e exulta eternamente na vossa presença.
Permiti que nos associemos às suas vozes, cantandocom
alegria:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz
alta com o povo:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e
a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome
do Senhor! Hosana nas alturas!
Oração
Eucarística de Reconciliação I
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
109. O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Sois verdadeiramente
santo e digno de glória, Deus, amigo dos homens, que sempre os acompanhais no
seu caminho. Verdadeiramente bendito é o vosso Filho, que está presente no meio
de nós quando nos reunimos no seu amor e, como outrora aos discípulos de Emaús,
Ele nos explica o sentido da Escritura e nos reparte o pão da vida.
Com as mãos juntas e
estendidas sobre as oblatas, diz:
Nós Vos suplicamos, Pai
clementíssimo: enviai o vosso Espírito Santo, para que santifique este pão e
este vinho,
Junta as mãos e traça uma
vez o sinal da cruz sobre o pão e o cálice, dizendo:
de modo que se convertam
para nós no Corpo e + Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Na véspera da sua
paixão, durante a última Ceia,
Toma o pão e,
sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
tomou o pão,
bendisse-Vos, partiu-o e deu-o aos seus discípulos,
Mostra ao povo a hóstia
consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração
Depois, continua:
De igual modo, no fim da
Ceia,
Toma o cálice e,
sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
tomou o cálice, deu-Vos
graças e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo o cálice,
coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
O povo aclama,
dizendo:
Anunciamos, Senhor, a
vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
Em seguida, o sacerdote,
de braços abertos, diz:
Pai santo, celebrando o
memorial de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, que, pela sua paixão e morte
na cruz, fizestes entrar na glória da ressurreição e glorificastes, sentando-O
à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor, enquanto esperamos a sua vinda
gloriosa, e Vos oferecemos o pão da vida e o cálice da salvação.
Olhai para a oblação da
vossa Igreja, na qual Vos oferecemos o sacrifício pascal de vosso Filho, como
nos foi entregue, para que, pelo Espírito do vosso amor, sejamos contados,
agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e
Sangue comungamos.
Celebrante principal ou
concelebrante [1]:
Renovai, Senhor, a vossa
Igreja com a luz do Evangelho. Fortalecei o vínculo da unidade entre os
pastores e os fiéis do vosso povo, em comunhão com o nosso
papa Silvestre e toda a ordem episcopal, de modo que, num mundo
dilacerado pela discórdia, a vossa Igreja resplandeça como sinal profético de
unidade e concórdia.
Celebrante principal ou
concelebrante [2]:
Lembrai-Vos dos nossos
irmãos que adormeceram na paz de Cristo, e de todos os defuntos, cuja fé
só Vós conhecestes: admiti-os a contemplar a luz do vosso rosto e dai-lhes a
plenitude da vida na ressurreição.
E também a nós, ao
terminarmos a nossa peregrinação sobre a terra, recebei-nos na vossa morada
eterna, onde viveremos sempre convosco e com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus,
Nossa Senhora de Lourdes, São José seu Esposo, com os apóstolos e os
mártires, e em comunhão com todos os santos, Vos louvaremos e
glorificaremos, Junta as mãos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Toma o cálice e a patena
com a hóstia e, elevando-os, diz:
Por Cristo, com Cristo,
em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a
honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos
de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados
pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a
perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso
Salvador.
Ass.: Vosso
é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a
minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a
união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos
séculos.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O
amor de Cristo nos uniu.
129. Em
seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou
outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E
todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a
caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em seguida,
o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice,
rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e
Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que,
cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte
destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso
Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais
separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e
remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Sl 77, 29-30
O Senhor deu-lhes o pão do céu:
comeram e ficaram saciados.
Ou: Jo 3, 16
Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o seu
Filho unigénito.
Quem acredita n’Ele tem a vida eterna.
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que
vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada
comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
138. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote
reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração
puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme
para nós em remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum
tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os
braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Senhor, que nos alimentastes com o pão do
céu, fazei que busquemos sempre aquelas realidades que nos dão a
verdadeira vida. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.
