MEMÓRIA
DA VIRGEM SANTA MARIA DOS POBRES DE BANNEUX- MF
Aparição da Virgem Santa
Maria em Banneux- Bélgica que se Apresenta como Virgem dos Pobres a Mariette
Beco junto a uma fonte 8 vezes entre 15 de Janeiro e 2 de Março de 1933.
RITOS INICIAIS
1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona
da entrada
Lc 1,49
O Senhor fez em mim maravilhas:
Santo é seu nome.
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a
assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo
os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo que por nós intercede junto do Pai esteja
convosco.
Ass.: Bendito
seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O sacerdote,
diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras,
introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote
convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos:
Para celebrarmos dignamente os santos mistérios, reconheçamos que somos
pecadores.
Após um momento de silêncio, usa-se a
seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos
os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que
pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões (e,
batendo no peito, dizem: )por minha culpa, minha culpa, minha tão
grande culpa. (e continuam:) E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a
vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus
todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à
vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor,
tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres.: Cristo,
tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor,
tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Ou, faça-se cantado:
HINO DE LOUVOR
5. Quando
for prescrito, canta-se ou recita-se o hino:
Pres.: Glória
a Deus nas alturas,
Ass.: e
paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai
todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos
glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus
Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós
que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do
mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade
de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus
Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
Ou,
faça-se cantado
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza
a oração.
Vinde em auxilio da nossa fraqueza, Senhor
de Misericórdia, e concedei que celebrando a memória da Virgem Santa Maria Mãe
de Deus, Nossa Senhora de Banneux, sejamos purificados dos nossos pecados.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho
que é Deus e convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo por todos os
Séculos dos Séculos,
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(1 Cr 15, 3-4.15-16; 16, 1-2)
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
«Maria que trouxe Cristo no seu Seio é a
nova Arca do Senhor»
– Leitura do Primeiro Livro das
Crónicas
Naqueles dias, David reuniu em Jerusalém
todo o povo de Israel, a fim de trasladar a arca do Senhor para o lugar que lhe
tinha preparado. Convocou também os descendentes de Aarão e os levitas. Então
os levitas transportaram a arca de Deus, por meio de varas que levavam aos
ombros, conforme tinha ordenado Moisés, segundo a palavra do Senhor. David
ordenou aos chefes dos levitas que dispusessem os seus irmãos cantores, para
que, acompanhados por instrumentos de música – cítaras, harpas e címbalos – ,
entoassem as suas alegres melodias. Assim trasladaram a arca de Deus e
colocaram-na no meio da tenda que David mandara levantar para ela. Depois
ofereceram, diante de Deus, holocaustos e sacrifícios de comunhão. Quando David
acabou de oferecer os holocaustos e os sacrifícios de comunhão, abençoou o povo
em nome do Senhor.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Salmo 39 (40), 2.4ab.7-8a.8b-9.10-11 (R.
8a.9a))
8. O
salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– Eis a morada de Deus com os Homens!
Ass.: Eis
a morada de Deus com os Homens!
–A minha alma suspira ansiosamente pelos
átrios do Senhor. O meu ser e a minha carne exultam no Deus vivo.
Ass.: Eis a
morada de Deus com os Homens!
– Felizes os que moram em vossa casa: podem louvar-Vos
continuamente. Contemplai, ó Deus, nosso protector, ponde os olhos no rosto do
vosso Ungido.
Ass.: Eis a morada de Deus com os Homens!
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
CANTO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Bendita sejais, ó Virgem Maria, que Vos
proclamastes a escrava do Senhor: agora, glorificada sobre os coros dos Anjos,
a Igreja Vos saúda como Rainha do Céu.
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote,
inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os
lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Lc 2, 15b-19)
«Maria guardava todas estas palavras,
meditando-as em seu coração»
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal
da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo
São Lucas.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for
oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo os pastores começaram a dizer uns aos outros: «Vamos a Belém, para vermos o que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer». Para lá se dirigiram apressadamente e encontraram Maria e José e o Menino deitado na manjedoura. Quando O viram, começaram a contar o que lhes tinham anunciado sobre aquele Menino. E todos os que ouviam admiravam-se do que os pastores diziam. Maria guardava todas estas palavras, meditando-as em seu coração.
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro,
rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas
palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
15. Terminada
a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
16. Em
seguida, caso haja, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que
recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho do homem, que hoje Vos
apresentamos, e que para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre
o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho
que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho do homem, que hoje
vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de
meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.:Aceitai,
Senhor os dons que trazemos ao vosso altar e santificai-os com o mesmo Espírito
que pelo poder da sua graça fecundou o seio da Virgem Santa Maria. Por Cristo nosso
Senhor.
Ass.: Amém.
Prefácio da Virgem Santa Maria IV
(Maria nova imagem da humanidade)
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Abrindo os braços diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Corações ao alto.
O povo responde:
Ass: O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.
Senhor, Pai santo, fonte de vida e de alegria, é
verdadeiramente nosso dever dar-Vos graças na memória da Virgem santa Maria de
Banneux. Vós revelastes, na plenitude dos tempos, o mistério escondido desde os
tempos antigos, para que se renove, no mundo inteiro, a vida e a esperança. Em
Cristo, novo Adão, e, em Maria, nova Eva, manifestastes finalmente a vossa
Igreja, primícias da humanidade redimida. Por este dom admirável, toda a
criação, pelo poder do Espírito Santo, volta de novo ao caminho original para a
Páscoa eterna. Por isso, com os anjos e os santos, proclamamos a vossa glória,
dizendo (cantando) numa só voz:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz
alta com o povo:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e
a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome
do Senhor! Hosana nas alturas!
Oração Eucarística de Reconciliação I
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
109. O sacerdote, de braços abertos,
diz:
Sois verdadeiramente santo e digno de glória, Deus,
amigo dos homens, que sempre os acompanhais no seu caminho. Verdadeiramente
bendito é o vosso Filho, que está presente no meio de nós quando nos reunimos
no seu amor e, como outrora aos discípulos de Emaús, Ele nos explica o sentido
da Escritura e nos reparte o pão da vida.
Com as mãos juntas e estendidas sobre as
oblatas, diz:
Nós Vos suplicamos, Pai clementíssimo: enviai o
vosso Espírito Santo, para que santifique este pão e este vinho,
Junta as mãos e traça uma vez o sinal da
cruz sobre o pão e o cálice, dizendo:
de modo que se convertam para nós no Corpo e +
Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Na véspera da sua paixão, durante a última
Ceia,
Toma o pão e, sustentando-o um pouco
elevado sobre o altar, continua:
tomou o pão, bendisse-Vos, partiu-o e deu-o aos
seus discípulos,
Mostra ao povo a hóstia consagrada,
coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração
Depois, continua:
De igual modo, no fim da Ceia,
Toma o cálice e, sustentando-o um pouco elevado
sobre o altar, continua:
tomou o cálice, deu-Vos graças e deu-o aos seus
discípulos.
Mostra ao povo o cálice, coloca-o sobre o
corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
O povo aclama, dizendo:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a
vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
Em seguida, o sacerdote, de braços
abertos, diz:
Pai santo, celebrando o memorial de Cristo, vosso
Filho, nosso Salvador, que, pela sua paixão e morte na cruz, fizestes entrar na
glória da ressurreição e glorificastes, sentando-O à vossa direita, anunciamos
a obra do vosso amor, enquanto esperamos a sua vinda gloriosa, e Vos oferecemos
o pão da vida e o cálice da salvação.
Olhai para a oblação da vossa Igreja, na qual Vos
oferecemos o sacrifício pascal de vosso Filho, como nos foi entregue, para que,
pelo Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade,
entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
Celebrante principal ou concelebrante
[1]:
Renovai, Senhor, a vossa Igreja com a luz do
Evangelho. Fortalecei o vínculo da unidade entre os pastores e os fiéis do
vosso povo, em comunhão com o nosso papa Silvestre e toda a ordem
episcopal, de modo que, num mundo dilacerado pela discórdia, a vossa Igreja
resplandeça como sinal profético de unidade e concórdia.
Celebrante principal ou concelebrante
[2]:
Lembrai-Vos dos nossos irmãos que adormeceram
na paz de Cristo, e de todos os defuntos, cuja fé só Vós conhecestes: admiti-os
a contemplar a luz do vosso rosto e dai-lhes a plenitude da vida na
ressurreição.
E também a nós, ao terminarmos a nossa peregrinação
sobre a terra, recebei-nos na vossa morada eterna, onde viveremos sempre
convosco e com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, Nossa Senhora de Banneux, São
José seu Esposo, com os apóstolos e os mártires, Santo Amaro Abade e em
comunhão com todos os santos, Vos louvaremos e glorificaremos, Junta as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Toma o cálice e a patena com a hóstia e,
elevando-os, diz:
Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai
todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por
todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos
de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados
pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a
perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso
Salvador.
Ass.: Vosso
é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a
minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a
união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos
séculos.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O
amor de Cristo nos uniu
130. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta
união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos
receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e
remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes
os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado
do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Cf.
Lc 11, 27
Bendita seja a Virgem Maria
que trouxe em seu ventre o Filho de Deus Pai
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que
vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada
comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
138. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote
reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração
puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme
para nós em remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum
tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os
braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Senhor que nos alimentastes com o pão da
vida eterna, ouvi a nossa humilde prece e concedei-nos, por vossa bondade, que,
celebrando a memória da Virgem Santa Maria, Mãe de Deus, sintamos sempre os
frutos da nossa redenção.
Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos
o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.