IV DOMINGO DO TEMPO COMUM
RITOS INICIAIS
1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona da entrada
Sl
105, 47
Salvai-nos, Senhor nosso Deus,
e reuni-nos de todas as nações,
para dar graças ao vosso santo nome
e nos alegrarmos no vosso louvor..
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a
assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo
os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo que por nós intercede junto do Pai esteja
convosco.
Ass.: Bendito
seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote
convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos: Para celebrarmos dignamente os santos
mistérios, reconheçamos que somos pecadores.
Após um momento de silêncio, usa-se a
seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que
pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões (e,
batendo no peito, dizem: )por minha culpa, minha culpa, minha tão
grande culpa. (e continuam:) E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a
vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os
nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Ou, faça-se cantado:
HINO DE LOUVOR
5. Quando
for prescrito, canta-se ou recita-se o hino:
Pres.: Glória
a Deus nas alturas,
Ass.: e
paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai
todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos
glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus
Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós
que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do
mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade
de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus
Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
Ou,
faça-se cantado
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza
a oração.
Concedei, Senhor nosso Deus, que
Vos adoremos de todo o coração e amemos o próximo com sincera caridade.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e
reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Deut 18, 15-20)
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
« Farei surgir um profeta e porei as
minhas palavras na sua boca»
– Leitura do livro do Deuteronómio
Moisés falou ao povo, dizendo: «O Senhor
teu Deus fará surgir no meio de ti, de entre os teus irmãos, um profeta como
eu; a ele deveis escutar. Foi isto mesmo que pediste ao Senhor teu Deus no
Horeb, no dia da assembleia: ‘Não ouvirei jamais a voz do Senhor meu Deus, nem
verei este grande fogo, para não morrer’. O Senhor disse-me: ‘Eles têm razão;
farei surgir para eles, do meio dos seus irmãos, um profeta como tu. Porei as
minhas palavras na sua boca e ele lhes dirá tudo o que Eu lhe ordenar. Se
alguém não escutar as minhas palavras que esse profeta disser em meu nome, Eu
próprio lhe pedirei contas. Mas se um profeta tiver a ousadia de dizer em meu
nome o que não lhe mandei, ou de falar em nome de outros deuses, tal profeta morrerá’».
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Salmo 94 (95), 1-2.6-7.8-9 (R. cf. 8))
8. O
salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– Se hoje ouvirdes a voz do Senhor, não
fecheis os vossos corações
Ass.: Se
hoje ouvirdes a voz do Senhor, não fecheis os vossos corações
Vinde, exultemos de alegria no Senhor,
aclamemos a Deus, nosso Salvador.
Vamos à sua presença e dêmos graças,
ao som de cânticos aclamemos o Senhor.
Ass.: Se
hoje ouvirdes a voz do Senhor, não fecheis os vossos corações
Vinde, prostremo-nos em terra,
adoremos o Senhor que nos criou;
pois Ele é o nosso Deus
e nós o seu povo, as ovelhas do seu rebanho.
Ass.: Se
hoje ouvirdes a voz do Senhor, não fecheis os vossos corações
Quem dera ouvísseis hoje a sua voz:
«Não endureçais os vossos corações,
como em Meriba, como no dia de Massa no deserto,
onde vossos pais Me tentaram e provocaram,
apesar de terem visto as minhas obras»
Ass.: Se
hoje ouvirdes a voz do Senhor, não fecheis os vossos corações
SEGUNDA LEITURA
(1 Cor 7, 32-35)
9. Se
houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.
«A virgem preocupa-se com os interesses do
Senhor para ser santa»
– Leitura da Primeira Carta de São Paulo
aos Coríntios.
Irmãos: Não queria que andásseis
preocupados. Quem não é casado preocupa-se com as coisas do Senhor, com o modo
de agradar ao Senhor. Mas aquele que se casou preocupa-se com as coisas do
mundo, com a maneira de agradar à esposa, e encontra-se dividido. Da mesma
forma, a mulher solteira e a virgem preocupam-se com os interesses do Senhor,
para serem santas de corpo e espírito. Mas a mulher casada preocupa-se com as
coisas do mundo, com a forma de agradar ao marido. Digo isto no vosso próprio
interesse e não para vos armar uma cilada. Tenho em vista o que mais convém e
vos pode unir ao Senhor sem desvios.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
CANTO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
O Povo que vivia nas trevas viu uma grande
luz.
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote,
inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó
Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie
dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mc 1, 21-28)
«Ensinava-os com autoridade»
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal
da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo
São Marcos
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for
oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Jesus chegou a Cafarnaum e quando, no sábado
seguinte, entrou na sinagoga e começou a ensinar, todos se maravilhavam com a
sua doutrina, porque os ensinava com autoridade e não como os escribas.
Encontrava-se na sinagoga um homem com um espírito impuro, que começou a
gritar: «Que tens Tu a ver connosco, Jesus Nazareno? Vieste para nos perder?
Sei quem Tu és: o Santo de Deus». Jesus repreendeu-o, dizendo: «Cala-te e sai
desse homem». O espírito impuro, agitando-o violentamente, soltou um forte
grito e saiu dele. Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros:
«Que vem a ser isto? Uma nova doutrina, com tal autoridade, que até manda nos
espíritos impuros e eles obedecem-Lhe!». E logo a fama de Jesus se divulgou por
toda a parte, em toda a região da Galileia.
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro,
rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os
nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
15. Terminada
a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
Ass.: Creio
em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu
único Filho, nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo;
nasceu da Virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado.
Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está
sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos
e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos
santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna.
Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
16. Em
seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres.: Irmãs e
irmãos em Cristo: Oremos a Deus nosso Pai, que nos faz conhecer a sua vontade
através da história do mundo e dos homens, e digamos humildemente:
Ass.: Ouvi-nos
Senhor
1. Para
que o nosso Clero, suas paróquias e movimentos sejam confirmados na fé pelo
Papa Silvestre, sucessor do apóstolo São Pedro, oremos.
2. Para
que os responsáveis da nossa Pátria desenvolvam com entusiasmo o bem comum e
promovam os direitos dos cidadãos mais necessitados, oremos.
3. Para
que os membros da nossa assembleia participem dignamente na Eucaristia e
cresçam cada vez mais em boas obras, oremos.
4. Para
que os fiéis defuntos das nossas famílias alcancem o perdão dos seus pecados, e
entrem na vida que não tem fim, oremos.
(Outras intenções).
Pres.: Deus
eterno e omnipotente, que nos chamais a seguir-Vos como o vosso Filho chamou os
Apóstolos, confirmai no seu propósito os que respondem com decisão e renovai o
entusiasmo dos que vacilam no caminho. Por Cristo Senhor nosso.
Ass.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que
recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos
apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre
o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho
que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que
agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de
meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.:Apresentamos, Senhor, ao vosso altar os dons do
vosso povo santo;
aceitai-os benignamente e fazei deles o
sacramento da nossa redenção. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
Oração Eucarística IV
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Abrindo os braços diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Corações ao alto.
O povo responde:
Ass: O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.
Pai santo, é verdadeiramente nosso dever dar-Vos
graças, é nossa salvação glorificar-Vos, porque sois o único Deus vivo e
verdadeiro. Vós existis desde sempre e permaneceis eternamente na luz
inacessível. Deus de bondade e fonte da vida, criastes o universo para encher
de bênçãos todas as criaturas e a muitas alegrar na claridade da vossa luz.
Inumeráveis coros de anjos estão na vossa presença para Vos servir e,
contemplando a glória do vosso rosto, dia e noite cantam os vossos louvores.
Com eles, também nós e, pela nossa voz, a criação inteira, aclamamos o vosso
nome, cantando com alegria:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz
alta com o povo:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e
a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome
do Senhor! Hosana nas alturas!
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
109. O sacerdote,
de braços abertos, diz:
Pai santo, nós Vos glorificamos, porque sois grande e
tudo criastes com sabedoria e amor. Formastes o homem à vossa imagem e lhe
confiastes o universo, para que, servindo-Vos unicamente a Vós, seu Criador,
exercesse domínio sobre todas as criaturas. E quando, por desobediência, perdeu
a vossa amizade, não o abandonastes ao poder da morte, mas, na vossa
misericórdia, a todos socorrestes, para que todos aqueles que Vos procuram Vos
encontrem. Repetidas vezes fizestes aliança com os homens e, pelos profetas, os
formastes na esperança da salvação.
Pai santo, de tal modo amastes o mundo, que, chegada a
plenitude dos tempos, nos enviastes, como Salvador, o vosso Filho unigénito:
feito homem pelo poder do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, viveu a
nossa condição humana, em tudo igual a nós, exceto no pecado; anunciou a
salvação aos pobres, a libertação aos oprimidos, a alegria aos que sofrem. Para
cumprir o vosso plano salvador, voluntariamente Se entregou à morte e, com a
sua ressurreição, destruiu a morte e restaurou a vida. E a fim de vivermos, não
já para nós próprios, mas para Ele, que por nós morreu e ressuscitou, de Vós,
Pai misericordioso, enviou aos que n’Ele creem o Espírito Santo, como primícias
dos seus dons, para continuar a sua obra no mundo e consumar toda a
santificação.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Nós Vos pedimos, Senhor, que o Espírito Santo
santifique estes dons,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o
cálice, dizendo:
para que se convertam no Corpo e + Sangue de nosso
Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
ao celebrarmos este grande mistério, que Ele nos
deixou como sinal de aliança eterna.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e
audível, como requer a sua natureza.
Pai santo, quando chegou a hora em que Ele ia ser
glorificado por Vós, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao
fim. E, durante a Ceia,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o pão, bendisse-Vos, partiu-o e deu-o aos seus
discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em
adoração.
Então prossegue:
De igual modo,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar,
prossegue:
tomou o cálice com vinho, deu-Vos graças e deu-o aos seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a
vossa ressurreição. Vinde,
Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Celebrando agora, Senhor, o memorial da nossa
redenção, recordamos a morte de Cristo e a sua descida à mansão dos mortos;
proclamamos a sua ressurreição e ascensão aos céus; e, esperando a sua vinda
gloriosa, nós Vos oferecemos o seu Corpo e Sangue, o sacrifício do vosso agrado
e de salvação para todo o mundo.
Olhai, Senhor, para esta oblação, que preparastes para
a vossa Igreja, e concedei, por vossa bondade, a quantos vamos participar do
mesmo pão e do mesmo cálice, que, reunidos pelo Espírito Santo num só corpo,
sejamos em Cristo uma oferenda viva, para louvor da vossa glória.
1C: Lembrai-Vos agora, Senhor, de todos aqueles por quem
oferecemos este sacrifício: o vosso servo, o nosso papa Silvestre, e todos os
bispos, os ministros sagrados e os que Vos apresentam as suas ofertas, os
membros desta assembleia, todo o vosso povo santo e todos aqueles que Vos
procuram de coração sincero.
2C: Lembrai-Vos também dos nossos irmãos que adormeceram
na paz de Cristo e de todos os defuntos cuja fé só Vós conhecestes.
E a todos nós, vossos filhos, concedei, Pai de misericórdia, a graça de alcançarmos a herança do céu, com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os apóstolos e todos os santos, para que, no vosso reino, com a criação inteira liberta do pecado e da morte, cantemos eternamente a vossa glória, por nosso Senhor Jesus Cristo.
une as mãos
Por Ele concedeis ao mundo todos os bens.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai
todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por
todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos
de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados
pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a
perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso
Salvador.
Ass.: Vosso
é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a
minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a
união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos
séculos.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O
amor de Cristo nos uniu.
129. Em
seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou
outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E
todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a
caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e
Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que,
cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte
destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso
Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais
separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e
remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Sl 30,
17-18
Fazei brilhar sobre mim o vosso rosto,
salvai-me, Senhor, pela vossa bondade
e não serei confundido por Vos ter invocado.
Ou: Mt
5, 3-4
Felizes os pobres em espírito,
porque deles é o reino dos céus.
Felizes os humildes,
porque possuirão a terra prometida.
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que
vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada
comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
138. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote
reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração
puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme
para nós em remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum
tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os
braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Fortalecidos pelo sacramento da nossa
redenção, nós Vos suplicamos, Senhor, que, por este auxílio de salvação eterna,
cresça sempre no mundo a verdadeira fé. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.