QUARTA-FEIRA DA SEMANA III
DO TEMPO COMUM
S. Francisco de Sales, bispo e doutor da Igreja – MO
Branco – Ofício da memória.
Missa da memória.
* Na Ordem da Visitação de Santa Maria – S. Francisco de Sales – SOLENIDADE
* Na Congregação Salesiana – S. Francisco de Sales, Titular e Padroeiro da
Família Salesiana – FESTA
* No Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora – S. Francisco de Sales,
Padroeiro do Instituto – FESTA
* 7.º dia do Oitavário de Orações pela Unidade dos Cristãos.
* Nas Congregações e Institutos da Família Paulista – I Vésp. da Conversão de
S. Paulo.
RITOS INICIAIS
1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada
Antífona da entrada
Sl 95, 1.6
Cantai ao Senhor um cântico novo,
cantai ao Senhor, terra inteira.
Glória e poder na sua presença,
esplendor e majestade no seu templo.
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a
assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo
os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo que por nós intercede junto do Pai esteja
convosco.
Ass.: Bendito
seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote
convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos: Para celebrarmos dignamente os santos
mistérios, reconheçamos que somos pecadores.
Após um momento de silêncio, usa-se a
seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que
pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões (e,
batendo no peito, dizem: )por minha culpa, minha culpa, minha tão
grande culpa. (e continuam:) E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a
vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os
nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Ou, faça-se cantado:
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza
a oração.
Senhor nosso Deus, que, para a salvação
das almas, quisestes que o bispo são Francisco de Sales se fizesse tudo para
todos, concedei-nos que, seguindo o seu exemplo, dêmos testemunho da suavidade
do vosso amor ao serviço dos nossos irmãos. Por nosso Senhor Jesus Cristo,
vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por
todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(2Sm 7, 4-17)
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
« Estabelecerei em teu lugar um
descendente que há-de nascer de ti
e consolidarei a tua realeza»
– Leitura do Segundo Livro de Samuel
Naqueles dias, o Senhor falou a Natã,
dizendo: «Vai dizer ao meu servo David: Assim fala o Senhor: Pensas edificar um
palácio para Eu habitar? Desde o dia em que tirei Israel do Egipto até hoje,
nunca habitei numa casa, mas andava de um lado para o outro numa tenda e num
tabernáculo. Durante o tempo em que peregrinei com todos os filhos de Israel,
perguntei porventura a alguns dos juízes de Israel, a quem estabeleci como
pastores do meu povo: ‘Porque não Me construís uma casa de cedro?’ Eis o que
dirás ao meu servo David: Assim fala o Senhor do Universo: Tirei-te das
pastagens onde guardavas os rebanhos, para seres o chefe do meu povo de Israel.
Estive contigo em toda a parte por onde andaste e exterminei diante de ti todos
os teus inimigos. Dar-te-ei um nome tão ilustre como o nome dos grandes da
terra. Prepararei um lugar para o meu povo de Israel e nele o instalarei para
que habite nesse lugar, sem que jamais tenha receio e sem que os maus tornem a
oprimi-lo como outrora, quando Eu constituía juízes no meu povo de Israel.
Farei que vivas seguro de todos os teus inimigos. E o Senhor anuncia que te vai
fazer uma casa: Quando chegares ao termo dos teus dias e fores repousar com os
teus pais, estabelecerei em teu lugar um descendente que há-de nascer de ti e
consolidarei a sua realeza. Ele construirá um palácio ao meu nome e Eu
consolidarei para sempre o seu trono real. Serei para ele um pai e ele será
para Mim um filho. Se praticar o mal, corrigi-lo-ei com varas de homens, com
castigo de homens. Mas não retirarei dele a minha misericórdia, como fiz a Saul
que afastei da minha presença. A tua casa e o teu reino permanecerão para
sempre diante de Mim. O teu trono será firme para sempre». Natã comunicou
fielmente a David todas as palavras desta revelação.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 88 (89), 4-5. 27-28. 29-30)
8. O
salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– A minha aliança com ele será eterna.
Ass.: A
minha aliança com ele será eterna.
– Concluí uma aliança com o meu eleito,
fiz um juramento a David, meu servo:
«Conservarei a tua descendência para sempre,
estabelecerei o teu trono por todas as gerações».
Ass.: A
minha aliança com ele será eterna.
– Ele Me invocará: «Vós sois meu pai,
meu Deus, meu Salvador».
E Eu farei dele o primogénito,
o mais alto entre os reis da terra.
Ass.: A
minha aliança com ele será eterna.
– Assegurar-lhe-ei para sempre o meu favor,
a minha aliança com ele será irrevogável.
Conservarei a sua descendência eternamente
e o seu trono terá a duração dos céus.
Ass.: A
minha aliança com ele será eterna.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
CANTO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
A semente é a palavra de Deus e o semeador é Cristo:
quem O encontra permanece para sempre
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote,
inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó
Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie
dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mc 4, 1-20)
« O semeador saiu a semear»
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal
da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: + Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo,
segundo +++ São Marcos
Ass.: Glória
a vós, Senhor. +++
Então o diácono ou o sacerdote, se for
oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, Jesus começou a ensinar de novo à
beira mar. Veio reunir-se junto d’Ele tão grande multidão que teve de subir
para um barco e sentar-Se, enquanto a multidão ficava em terra, junto ao mar.
Ensinou-lhes então muitas coisas em parábolas. E dizia-lhes no Seu ensino:
«Escutai: Saiu o semeador a semear. Enquanto semeava, uma parte da semente caiu
à beira do caminho; vieram as aves e comeram-na. Outra parte caiu em terreno
pedregoso, onde não havia muita terra; logo brotou, porque a terra não era
funda. Mas, quando o sol nasceu, queimou-se e, como não tinha raiz, secou.
Outra parte caiu entre espinhos; os espinhos cresceram e sufocaram-na e não deu
fruto. Outras sementes caíram em boa terra e começaram a dar fruto, que vingou
e cresceu, produzindo trinta, sessenta e cem por um». E Jesus acrescentava:
«Quem tem ouvidos para ouvir, oiça». Quando ficou só, os que O seguiam e os
Doze começaram a interrogá-l’O acerca das parábolas. Jesus respondeu-lhes: «A
vós foi dado a conhecer o mistério do reino de Deus, mas aos de fora tudo se
lhes propõe em parábolas, para que, ao olhar, olhem e não vejam, ao ouvir,
oiçam e não compreendam; senão, convertiam-se e seriam perdoados». Disse-lhes
ainda: «Se não compreendeis esta parábola, como haveis de compreender as outras
parábolas? O semeador semeia a palavra. Os que estão à beira do caminho, onde a
palavra foi semeada, são aqueles que a ouvem, mas logo vem Satanás e tira a
palavra semeada neles. Os que recebem a semente em terreno pedregoso são
aqueles que, ao ouvirem a palavra, logo a recebem com alegria; mas não têm raiz
em si próprios, são inconstantes, e, ao chegar a tribulação ou a perseguição
por causa da palavra, sucumbem imediatamente. Outros há que recebem a semente
entre espinhos. Esses ouvem a palavra, mas os cuidados do mundo, a sedução das
riquezas e todas as outras ambições entram neles e sufocam a palavra, que fica
sem dar fruto. E os que receberam a palavra em boa terra são aqueles que ouvem
a palavra, a aceitam e frutificam, dando trinta, sessenta ou cem por um».
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro,
rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os
nossos pecados.
HOMILIA
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que
recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos
apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre
o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho
que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que
agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de
meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja
aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para
glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.:Aceitai benignamente, Senhor, e santificai os
nossos dons, a fim de que se tornem para nós fonte de salvação. Por Cristo
nosso Senhor.
Ass.: Amém.
Prefácio Comum, II
(A salvação por Cristo)
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Abrindo os braços diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Corações ao alto.
O povo responde:
Ass: O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.
Na Verdade, é digno e justo é nosso
dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo Deus
eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Em vossa bondade criastes o
homem e a mulher, e, com justiça condenados, em vossa misericórdia os
salvastes, por Cristo, Senhor Nosso. Por ele, os Anjos e Arcanjos e todas as
forças celestes proclamam com alegria a vossa glória. Concedei a nós
associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz
alta com o povo:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e
a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome
do Senhor! Hosana nas alturas!
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
Oração
Eucarística II
109. O sacerdote,
de braços abertos, diz:
Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda
santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o
vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice,
dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus
Cristo.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e
audível, como requer a sua natureza.
Estando para ser entregue e abraçando livremente a
paixão,
toma o pão e,
mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de
graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em
adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar,
prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças
novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós
que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Celebrando, pois, o
memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o
Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes
dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
O sacerdote, de braços abertos, continua:
Suplicantes, vos pedimos que, participando
do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja
que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em
comunhão com o Papa Silvestre e com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros,
os diáconos e todos os ministros do vosso povo
A assembleia aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos
também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na
esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os
junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C: Enfim,
nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida
eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos,
São Francisco de Sales e
todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos
louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai
todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por
todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos
de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados
pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a
perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso
Salvador.
Ass.: Vosso
é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a
minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a
união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos
séculos.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O
amor de Cristo nos uniu.
129. Em
seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou
outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E
todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a
caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e
Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que,
cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte
destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso
Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais
separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e
remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Cf. Sl
33, 6
Voltai-vos para o Senhor e sereis iluminados,
o vosso rosto não será confundido.
Ou: Cf.
Jo 8, 12
Eu sou a luz do mundo, diz o Senhor.
Quem Me segue não anda nas trevas,
mas terá a luz da vida.
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que
vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada
comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
138. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote
reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração
puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme
para nós em remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum
tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os
braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Deus todo-poderoso, nós Vos pedimos
que, tendo sido vivificados pela vossa graça,
nos alegremos sempre nestes dons sagrados. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.
