MEMÓRIA
LITÚRGICA DE
SÃO
SEBASTIÃO MÁRTIR- MF
RITOS INICIAIS
1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona
da entrada
Os Mártires derramaram o seu sangue por Cristo;
por isso alcançaram a eterna recompensa.
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a
assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo
os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que por nós derramou o seu sangue e
intercede junto do Pai esteja convosco.
Ass.: Bendito
seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote
convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos:
Para celebrarmos dignamente os santos mistérios, reconheçamos que somos
pecadores.
Após um momento de silêncio, usa-se a
seguinte fórmula:
Pres.: Senhor
tende Piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres.: Cristo,
tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor,
tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus
todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à
vida eterna.
Ass.: Amém.
HINO DE LOUVOR
5. Quando
for prescrito, canta-se ou recita-se o hino:
Pres.: Glória
a Deus nas alturas,
Ass.: e
paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai
todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos
glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus
Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós
que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do
mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade
de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus
Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
Ou,
faça-se cantado
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza
a oração.
Dai-nos, ó Deus, o espírito de fortaleza,
para podermos, instruídos pelo glorioso exemplo do vosso mártir São Sebastião,
obedecer mais a vós do que aos homens. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso
Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por
todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
– Leitura da Primeira Carta de São
Pedro
Caríssimos, se tiverdes que sofrer por causa da justiça, sereis felizes. Não tenhais medo de suas intimidações, nem vos deixeis perturbar. Antes, santificai em vossos corações o Senhor Jesus Cristo, e estai sempre prontos a dar razão da vossa esperança a todo aquele que vo-la pedir. Fazei-o, porém, com mansidão e respeito e com boa consciência. Então, se em alguma coisa fordes difamados, ficarão com vergonha aqueles que ultrajam o vosso bom procedimento em Cristo. Pois será melhor sofrer praticando o bem, se esta for a vontade de Deus, do que praticando o mal.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
8. O
salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– O Senhor libertou-me de todos os meus
temores!
Ass.: O Senhor libertou-me de todos os meus temores!
–Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo,
seu louvor estará sempre em minha boca. Minha alma se gloria no Senhor; que
ouçam os humildes e se alegrem!
Ass.: O Senhor libertou-me de todos os meus temores!
– O anjo do Senhor vem acampar ao redor dos
que o temem, e os salva. Provai e vede quão suave é o Senhor! Feliz o homem que
tem nele o seu refúgio!.
Ass.: O Senhor libertou-me de todos os meus temores!
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
CANTO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Feliz aquele que suporta a tentação com
paciência porque, depois de ser provado, alcançará a coroa da vida!
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote,
inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os
lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal
da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo
São Mateus.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for
oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Nao tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus”
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro,
rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas
palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
15. Terminada
a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
16. Em
seguida, caso haja, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho do homem, que hoje Vos apresentamos, e que para
nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre
o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo
mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso
Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em
silêncio:
Pres.: Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho do homem, que hoje vos apresentamos e que para
nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de
meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Santificai,
Senhor, com vossa bênção, os dons que de vós recebemos e agora vos
apresentamos; e acendei em nós o fogo do vosso amor que levou São Sebastião a
vencer os tormentos do martírio. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
Prefácio dos Mártires I
(O Sinal e o Exemplo do Martírio)
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Abrindo os braços diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Corações ao alto.
O povo responde:
Ass: O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.
Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é
verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda
a parte. À imitação de Cristo, vosso Filho, o sangue do glorioso mártir são Sebastião
derramado pela confissão do vosso nome, manifesta as maravilhas do vosso poder.
No seu martírio, Senhor, tirais força da fraqueza e fazeis da fragilidade
humana o testemunho da vossa grandeza, por nosso Senhor Jesus Cristo. Por Ele,
com os coros celestes, proclamamos, na terra, a vossa glória, cantando numa só
voz:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz
alta com o povo:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e
a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome
do Senhor! Hosana nas alturas!
Oração Eucarística I
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
109. O sacerdote, de braços abertos,
diz:
Pai de
misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos
por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
Traça
o sinal da cruz, uma só vez, simultaneamente sobre o pão e o cálice, dizendo:
que
aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício
puro e santo,
de
braços
abertos, prossegue:
que
oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz
e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão
com vosso servo o Papa Silvestre, e todos os que guardam a fé católica que
receberam dos Apóstolos.
A
assembleia aclama:
Ass.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!
Memento
dos vivo
s
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas
Junta
as mãos e ora alguns momentos por aqueles que quer recordar.
De
braços
abertos, prossegue:
e
de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao
vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este
sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces,
Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a
segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A
assembleia aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
"Infra
actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro
lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre
Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e
Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe,
Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e
Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião, SEBASTIÃO e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e
preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
A
assembleia aclama:
Ass.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e
de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação
eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une
as mãos.
Estendendo
as mãos sobre as oferendas, diz:
Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar
estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que
se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus
Cristo.
Une
as mãos.
A
assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!
Nas
fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor devem pronunciar-se clara e
distintamente, como o requer a natureza das mesmas palavras
Na
véspera de sua paixão,
toma
o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele
tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva
os olhos,
elevou
os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de
graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra
ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então
prossegue:
Do
mesmo modo, no fim da ceia,
toma
o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele
tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou
novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
Mostra
o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Mistério da fé e do amor!
A
assembleia aclama:
Ass.: Todas as vezes que comemos deste pão e
bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto
esperamos a vossa vinda!
O
sacerdote, de braços
abertos, diz:
Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do
vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus,
nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os
bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida
eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta
oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca
Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A
assembleia aclama:
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Une
as mãos e, inclinando-se, diz:
Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta
nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do
vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do
santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se
e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos
repletos de todas as graças + e bênçãos do céu.
Une
as mãos.
A
assembleia aclama:
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!
Memento
dos mortos.
De
braços
abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas que nos precederam com o sinal da fé e
dormem o sono da paz.
Une
as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De
braços
abertos, prossegue:
A
eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une
as mãos.
A
assembleia aclama:
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
Bate
no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de
braços
abertos, prossegue:
que
esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas
por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão,
Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e
Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os vossos Santos.
Une
as mãos.
E
prossegue:
Por
ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e
distribuí-los entre nós.
Ergue
a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus
Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por
todos os séculos dos séculos.
A
assembleia aclama:
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos
de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados
pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a
perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso
Salvador.
Ass.: Vosso
é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a
minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a
união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos
séculos.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O
amor de Cristo nos uniu
130. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta
união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos
receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e
remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes
os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado
do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Quem comer deste Pão e beber deste Vinho
viverá para sempre!
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que
vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada
comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
138. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote
reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração
puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme
para nós em remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum
tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços,
diz a oração "Depois da comunhão."
Senhor, os sagrados mistérios que
comungamos nos concedam a fortaleza de ânimo que levou o santo mártir Sebastião
a ser fiel no vosso serviço e vitorioso no martírio. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos
o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.