SEXTA-FEIRA DA SEMANA II
DO TEMPO COMUM
*S. Fabião, papa e mártir – MF
* Na Companhia de Jesus – Bb. Tiago Sales, presbítero e Guilherme Saultemouche,
religioso; Tiago Bonnaud, presbítero, e Companheiros; José Imbert e João
Nicolau Cordier, presbíteros, mártires – MF
* 2.º dia do Oitavário de Orações pela Unidade dos Cristãos.
*I Vésp. de S. Sebastião.
RITOS INICIAIS
1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona da entrada
Sl 65, 4
Toda a terra Vos adore, Senhor,
e entoe hinos ao vosso nome, ó Altíssimo.
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a
assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo
os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo que por nós intercede junto do Pai esteja
convosco.
Ass.: Bendito
seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote
convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos: Para celebrarmos dignamente os santos
mistérios, reconheçamos que somos pecadores.
Após um momento de silêncio, usa-se a
seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que
pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões (e,
batendo no peito, dizem: )por minha culpa, minha culpa, minha tão
grande culpa. (e continuam:) E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a
vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os
nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza
a oração.
Deus todo-poderoso e eterno, que governais
o céu e a terra, escutai misericordiosamente as súplicas do vosso povo e
concedei a paz aos nossos dias.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina,
na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(1 Sam 24, 3-21)
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
«Não levantarei a mão contra ele, porque é
o ungido do Senhor»
– Leitura do Primeiro Livro de Samuel
Naqueles dias, Saul tomou consigo três mil
homens escolhidos de todo o Israel e foi à procura de David e da sua gente,
junto ao Rochedo-dos-Cabritos-Monteses. Chegou a uns currais de ovelhas que se
encontram à beira do caminho e entrou numa gruta para satisfazer uma
necessidade. David e os seus homens estavam sentados ao fundo da gruta. Os seus
homens disseram-lhe: «Hoje é o dia em que o Senhor te diz: ‘Entrego-te nas mãos
o teu inimigo: faz dele o que quiseres’». David levantou-se e, sem ser
pressentido, cortou um pedaço da orla do manto de Saul. Mas depois, David
sentiu o coração a bater forte por ter cortado um pedaço da orla do manto de
Saul. Disse então aos seus homens: «O Senhor me livre de fazer ao meu soberano
uma coisa dessas, de levantar a mão contra ele, porque é o ungido do Senhor».
Com estas palavras, David conteve os seus homens e não os deixou atacar Saul.
Saul abandonou a gruta e seguiu o seu caminho. Então David levantou-se, saiu da
gruta e gritou a Saul: «Senhor, meu rei!». Saul olhou para trás e David
inclinou a face até ao chão e prostrou-se. Depois David falou a Saul: «Porque
dás ouvidos àqueles que te dizem: ‘David quer fazer-te mal’? Hoje viste com os
teus próprios olhos como o Senhor te entregou em minhas mãos, dentro da gruta,
e como eu te poupei, recusando matar-te. Eu disse: Não levantarei a mão contra
o meu soberano, porque ele é o ungido do Senhor. Meu pai, vê na minha mão um
pedaço do teu manto. Se cortei a orla do teu manto e não te matei, deves
reconhecer que em mim não há maldade nem traição. Enquanto atentas contra mim,
para me tirares a vida, eu não pratiquei qualquer falta contra ti. O Senhor
seja nosso juiz, Ele me faça justiça contra ti; mas eu não porei em ti as
minhas mãos. Como diz o antigo ditado: ‘Dos maus vem a maldade’; por isso não
porei em ti as minhas mãos. Contra quem se pôs em campo o rei de Israel? Quem é
que tu persegues? Um cão morto? Uma pulga? Seja o Senhor o juiz e decida entre
nós; Ele examine e defenda a minha causa, me faça justiça e me livre das tuas
mãos». Quando David acabou de dizer estas palavras, Saul perguntou: «És
realmente tu que estás a falar, meu filho David?». E, em altos brados, começou
a chorar. Depois disse a David: «Tu és mais justo do que eu, porque me tens
feito bem e eu tenho-te feito mal. Hoje mostraste a tua bondade para comigo,
pois o Senhor entregou-me nas tuas mãos e tu não quiseste matar-me. Quando um
homem encontra o seu inimigo, porventura o deixa seguir em paz o seu caminho? O
Senhor te recompense pelo bem que hoje me fizeste. Agora sei que certamente
serás rei e que o poder real em Israel ficará consolidado em tuas mãos».
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Salmo 56 (57), 2.3-4.6 e 11 (R. 2a))
8. O
salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– Tende piedade de mim, Senhor, tende
piedade de mim.
Ass.:Tende
piedade de mim, Senhor, tende piedade de mim.
–Tende piedade de mim, ó Deus, tende
piedade, porque em Vós eu procuro refúgio e me abrigo à sombra
das vossas asas, até que passe a tormenta.
Ass.:Tende
piedade de mim, Senhor, tende piedade de mim.
–Clamo ao Deus Altíssimo, a Deus
que me enche de benefícios. Do Céu me enviará a salvação, Deus me
enviará a sua bondade e fidelidade.
Ass.:Tende
piedade de mim, Senhor, tende piedade de mim.
–Meu Deus, revelai nas alturas a vossa
grandezae sobre a terra fazei brilhar a vossa glória, porque aos
céus se eleva a vossa bondade e até às nuvens a vossa fidelidade.
Ass.:Tende
piedade de mim, Senhor, tende piedade de mim.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
CANTO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Em Cristo, Deus reconcilia o mundo consigo
e confiou-nos a palavra da reconciliação.
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote,
inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó
Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie
dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mc
3, 13-19)
« Chamou à sua presença aqueles que
entendeu»
12. O diácono
ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal
da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo
São Marcos.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for
oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, Jesus subiu a um monte. Chamou à
sua presença aqueles que entendeu e eles aproximaram-se. Escolheu doze, para
andarem com Ele e para os enviar a pregar, com poder de expulsar demónios.
Escolheu estes doze: Simão, a quem pôs o nome de Pedro; Tiago, filho de
Zebedeu, e João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, isto é,
«Filhos do trovão»; André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago de Alfeu,
Tadeu, Simão o Cananeu e Judas Iscariotes, que depois O traiu.
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro,
rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os
nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que
recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos
apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre
o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho
que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que
agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de
meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja
aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para
glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.:Concedei-nos, Senhor, a graça de participar
dignamente nestes mistérios, pois todas as vezes que celebramos o memorial
deste sacrifício realiza-se a obra da nossa redenção. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
Prefácio Comum, II
(A salvação por Cristo)
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Abrindo os braços diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Corações ao alto.
O povo responde:
Ass: O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.
Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é
verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda
a parte. Por amor criastes o homem e, embora justamente condenado, em vossa
misericórdia, o salvastes, por nosso Senhor Jesus Cristo. Por Ele, os anjos
louvam a vossa majestade, as dominações Vos adoram, as potestades Vos
reverenciam; os céus, os espíritos celestes e os serafins Vos aclamam, unidos
em eterna exultação. Permiti que nos associemos às suas vozes, proclamando humildemente
o vosso louvor:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz
alta com o povo:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e
a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome
do Senhor! Hosana nas alturas!
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
Oração
Eucarística de Reconciliação I
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da concelebração,
forem apropriadas ao canto.
109. O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Sois verdadeiramente
santo e digno de glória, Deus, amigo dos homens, que sempre os acompanhais no
seu caminho. Verdadeiramente bendito é o vosso Filho, que está presente no meio
de nós quando nos reunimos no seu amor e, como outrora aos discípulos de Emaús,
Ele nos explica o sentido da Escritura e nos reparte o pão da vida.
Com as mãos juntas e
estendidas sobre as oblatas, diz:
Nós Vos suplicamos, Pai
clementíssimo: enviai o vosso Espírito Santo, para que santifique este pão e
este vinho,
Junta as mãos e traça uma
vez o sinal da cruz sobre o pão e o cálice, dizendo:
de modo que se convertam
para nós no Corpo e + Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Na véspera da sua
paixão, durante a última Ceia,
Toma o pão e,
sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
tomou o pão,
bendisse-Vos, partiu-o e deu-o aos seus discípulos,
Mostra ao povo a hóstia
consagrada, coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração
Depois, continua:
De igual modo, no fim da
Ceia,
Toma o cálice e,
sustentando-o um pouco elevado sobre o altar, continua:
tomou o cálice, deu-Vos
graças e deu-o aos seus discípulos.
Mostra ao povo o cálice,
coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
O povo aclama,
dizendo:
Anunciamos, Senhor, a
vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
Em seguida, o sacerdote,
de braços abertos, diz:
Pai santo, celebrando o
memorial de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, que, pela sua paixão e morte
na cruz, fizestes entrar na glória da ressurreição e glorificastes, sentando-O
à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor, enquanto esperamos a sua
vinda gloriosa, e Vos oferecemos o pão da vida e o cálice da salvação.
Olhai para a oblação da
vossa Igreja, na qual Vos oferecemos o sacrifício pascal de vosso Filho, como
nos foi entregue, para que, pelo Espírito do vosso amor, sejamos contados,
agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e
Sangue comungamos.
Celebrante principal ou
concelebrante [1]:
Renovai, Senhor, a vossa
Igreja com a luz do Evangelho. Fortalecei o vínculo da unidade entre os
pastores e os fiéis do vosso povo, em comunhão com o nosso
papa Silvestre e toda a ordem episcopal, de modo que, num mundo
dilacerado pela discórdia, a vossa Igreja resplandeça como sinal profético de
unidade e concórdia.
Celebrante principal ou
concelebrante [2]:
Lembrai-Vos dos nossos
irmãos que adormeceram na paz de Cristo, e de todos os defuntos, cuja fé
só Vós conhecestes: admiti-os a contemplar a luz do vosso rosto e dai-lhes a
plenitude da vida na ressurreição.
E também a nós, ao
terminarmos a nossa peregrinação sobre a terra, recebei-nos na vossa morada
eterna, onde viveremos sempre convosco e com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus,
São José seu Esposo, com os apóstolos e os mártires, Santo Amaro Abade e
em comunhão com todos os santos, Vos louvaremos e glorificaremos, Junta as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Toma o cálice e a patena
com a hóstia e, elevando-os, diz:
Por Cristo, com Cristo,
em Cristo, a Vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a
honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos
de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados
pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a
perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso
Salvador.
Ass.: Vosso
é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a
minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a
união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos
séculos.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O
amor de Cristo nos uniu.
129. Em
seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou
outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E
todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a
caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e
Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e
remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Cf.
Sl 22, 5
Para mim preparais a mesa
e o meu cálice transborda.
Ou: 1Jo
4, 16
Nós conhecemos e acreditámos
no amor de Deus para connosco.
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que
vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada
comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
138. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote
reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração
puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme
para nós em remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum
tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os
braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Infundi em nós, Senhor, o vosso
espírito de caridade, para que vivam unidos num só coração e numa só alma
aqueles que saciastes com o mesmo pão do céu.
Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.