QUINTA-FEIRA DA SEMANA II
DO TEMPO COMUM
* Na Ordem de São Domingos – S. Margarida
da Hungria, virgem – MF
* 1.º dia do Oitavário de Orações pela Unidade dos
Cristãos.
* Quinta-Feira, dia de desagravo ao Santíssimo Sacramento.
RITOS INICIAIS
1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona da entrada
Sl 65, 4
Toda a terra Vos adore, Senhor,
e entoe hinos ao vosso nome, ó Altíssimo.
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a
assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo
os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo que por nós intercede junto do Pai esteja
convosco.
Ass.: Bendito
seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O
sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves
palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote
convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos: Para celebrarmos dignamente os santos
mistérios, reconheçamos que somos pecadores.
Após um momento de silêncio, usa-se a
seguinte fórmula:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que
pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões (e,
batendo no peito, dizem: )por minha culpa, minha culpa, minha tão
grande culpa. (e continuam:) E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a
vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os
nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
4. Seguem
as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato
penitencial.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza
a oração.
Deus todo-poderoso e eterno, que governais
o céu e a terra, escutai misericordiosamente as súplicas do vosso povo e
concedei a paz aos nossos dias.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina,
na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(1 Sam 18, 6-9; 19, 1-7)
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
«Saul, meu pai, quer matar-te»
– Leitura do Primeiro Livro de Samuel
Naqueles dias, quando David regressava,
depois de ter matado o filisteu, saíram as mulheres de todas as cidades de
Israel ao encontro do rei Saul, a cantar e a dançar alegremente, ao som de
sistros e tamborins. Iam dançando e cantando em coro: «Saul matou mil, David
matou dez mil». Saul ficou muito irritado. Levou a mal estas palavras e
exclamou: «Dão dez mil a David, e a mim apenas mil. Só lhe falta ser rei». E a
partir desse dia, Saul começou a ver David com maus olhos. Falou então a seu
filho Jónatas e a todos os seus oficiais em dar a morte a David. Mas Jónatas, filho
de Saul, era muito amigo de David e foi preveni-lo, dizendo-lhe: «Saul, meu
pai, quer matar-te. Toma cuidado; amanhã cedo procura fugir e esconde-te em
lugar seguro. Eu sairei e estarei junto de meu pai, no campo onde estiveres, e
então lhe falarei em teu favor. Verei o que se passa e depois te avisarei».
Jónatas falou em favor de David a seu pai, dizendo-lhe: «Não queira o rei fazer
mal ao seu servo David. Ele não te fez nenhum mal; pelo contrário, tudo o que
ele fez foi muito vantajoso para ti. Arriscou a vida e matou o filisteu e o
Senhor deu assim uma grande vitória a Israel. Tu próprio o viste e ficaste
contente. Porque irias pecar, derramando sangue inocente, ao dares a morte a
David sem razão?». Saul atendeu às palavras de Jónatas e fez este juramento:
«Tão certo como o Senhor estar vivo, David não morrerá». Então Jónatas falou a
David, referindo-lhe as palavras do rei. Depois trouxe David para junto de Saul
e David continuou ao serviço do rei como antes.
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Salmo 55 (56),
2-3.9-10ab.10c-11.12-13 (R. 5b))
8. O
salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– Em Deus confio e nada temo.
Ass.:Em Deus
confio e nada temo.
–Compadecei-Vos de mim, Senhor, porque os
homens me calcam aos pés e lutam sem descanso para me oprimir. Os meus inimigos
esmagam-me sem tréguas
são tantos, ó Altíssimo, os que me fazem guerra.
Ass.:Em Deus
confio e nada temo.
– Vós contastes os passos da minha vida
errante e recolhestes as minhas lágrimas. Recuarão os meus inimigos, no dia em
que eu Vos invocar.
Ass.:Em Deus
confio e nada temo.
–Bem sei que Deus está por mim; e eu
enalteço a palavra de Deus, enalteço a promessa do Senhor.
Ass.:Em Deus
confio e nada temo.
–Em Deus confio e nada temo: que poderão
fazer-me os homens? Meu Deus, hei-de cumprir as minhas promessas, oferecer-Vos-ei
sacrifícios de acção de graças.
Ass.:Em Deus
confio e nada temo.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
CANTO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Jesus Cristo, nosso Salvador, destruiu a
morte e fez brilhar a vida por meio do Evangelho.
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote,
inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó
Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie
dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Mc 3, 7-12)
« Os espíritos impuros gritavam: ‘Tu és o
Filho de Deus’.
Jesus proibia-os severamente que o dessem a
conhecer»
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal
da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo
São Marcos.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for
oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, Jesus retirou-Se com os seus
discípulos a caminho do mar e acompanhou-O uma numerosa multidão que tinha
vindo da Galileia. Também da Judeia e de Jerusalém, da Idumeia e da
Transjordânia e dos arredores de Tiro e de Sidónia, veio ter com Jesus uma
grande multidão, por ouvir contar tudo o que Ele fazia. Disse então aos seus
discípulos que Lhe preparassem uma barca, para que a multidão não O apertasse.
Como tinha curado muita gente, todos os que sofriam de algum padecimento
corriam para Ele, a fim de Lhe tocarem. Os espíritos impuros, quando viam
Jesus, caíam a seus pés e gritavam: «Tu és o Filho de Deus». Ele, porém,
proibia-lhes severamente que o dessem a conhecer.
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro,
rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os
nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que
recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos
apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre
o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos
participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho
que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que
agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote,
de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de
meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja
aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para
glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.:Concedei-nos, Senhor, a graça de participar
dignamente nestes mistérios, pois todas as vezes que celebramos o memorial
deste sacrifício realiza-se a obra da nossa redenção. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
Prefácio Comum, II
(A salvação por Cristo)
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Abrindo os braços diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Corações ao alto.
O povo responde:
Ass: O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.
Na Verdade, é digno e justo é nosso
dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo Deus
eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Em vossa bondade criastes o
homem e a mulher, e, com justiça condenados, em vossa misericórdia os
salvastes, por Cristo, Senhor Nosso. Por ele, os Anjos e Arcanjos e todas as
forças celestes proclamam com alegria a vossa glória. Concedei a nós
associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz
alta com o povo:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e
a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome
do Senhor! Hosana nas alturas!
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
Oração
Eucarística II
109. O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Na
verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une
as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai,
pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une
as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice,
dizendo:
a
fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A
assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!
O
relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível,
como requer a sua natureza.
Estando
para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma
o pão e,
mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus
tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus
discípulos.
Mostra
ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então
prossegue:
Do
mesmo modo, no fim da ceia,
toma
o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar,
prossegue:
ele
tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus
discípulos.
Mostra
o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em
seguida, diz:
Mistério da fé para a salvação do mundo!
A
assembleia aclama:
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela
cruz e ressurreição.
O
sacerdote, de braços abertos, diz:
Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do
vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e
vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e
vos servir.
A
assembleia aclama:
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
O
sacerdote, de braços abertos, continua:
Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e
Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A
assembleia aclama:
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz
presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o
Papa Silvestre e com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e
todos os ministros do vosso povo
.
A
assembleia aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos
também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na
esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os
junto a vós na luz da vossa face.
A
assembleia aclama:
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de
todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus,
São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo
do dia ou padroeiro) e todos os Santos que
neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une
as mãos
por
Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai
todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por
todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos
de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados
pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a
perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso
Salvador.
Ass.: Vosso
é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a
minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a
união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos
séculos.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O
amor de Cristo nos uniu.
129. Em
seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou
outras semelhantes:
Diác. ou Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E
todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a
caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em seguida,
o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice,
rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e
Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e
remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Cf.
Sl 22, 5
Para mim preparais a mesa
e o meu cálice transborda.
Ou: 1Jo
4, 16
Nós conhecemos e acreditámos
no amor de Deus para connosco.
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que
vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada
comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
138. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote
reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração
puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme
para nós em remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum
tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os
braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Infundi em nós, Senhor, o vosso
espírito de caridade, para que vivam unidos num só coração e numa só alma
aqueles que saciastes com o mesmo pão do céu.
Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.
