MEMÓRIA
DA VIRGEM SANTA MARIA DA ESPERANÇA DE PONTMAIN- MF
Aparição da Virgem Santa
Maria no céu de Pontmain- França no dia 17 de Janeiro de 1871 que se Apresenta
como Mãe da Esperança a várias Crianças da Vila de Pontmain durante a guerra
que a França travou com a Prússia.
RITOS INICIAIS
1. Reunido
o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de
entrada.
Antífona
da entrada
Incript de ND de Pontmain
Rezai meus filhos, Deus vos atenderá em pouco tempo:
O Meu Filho deixa-se tocar.
2. Chegado
ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for
oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a
assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo
os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo, nossa esperança que por nós intercede junto
do Pai esteja convosco.
Ass.: Bendito
seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. O sacerdote,
diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras,
introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote
convida os fiéis à penitência:
Pres.: Irmãos:
Para celebrarmos dignamente os santos mistérios, reconheçamos que somos
pecadores.
Após um momento de silêncio, usa-se a
seguinte fórmula:
Pres.: Jesus Filho
de Maria, Tu que retiras os pecados do nosso Coração: Senhor tende Piedade de
nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres.: Jesus Filho
de Maria, Tu que vieste para salvar a humanidade: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Jesus
Filho de Maria, que nos revelas o Amor do nosso Deus: Senhor, tende piedade de
nós.
Ass.: Senhor,
tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus
todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à
vida eterna.
Ass.: Amém.
HINO DE LOUVOR
5. Quando
for prescrito, canta-se ou recita-se o hino:
Pres.: Glória
a Deus nas alturas,
Ass.: e
paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai
todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos
glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus
Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós
que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do
mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade
de nós. Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus
Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
Ou,
faça-se cantado
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado
o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza
a oração.
Ao celebrarmos a memória da Gloriosa
Bem-Aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora da Esperança de Pontmain que
mereçamos participar da plenitude da vossa graça. Por Nosso Senhor Jesus Cristo
Vosso Filho que é Deus e convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo por
todos os Séculos dos Séculos,
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Ap 21, 1-5ª)
7. O
leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
« Vi a nova Jerusalém, bela como noiva
adornada para o seu esposo»
– Leitura do Apocalipse de São João
Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra,
porque o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido e o mar já não
existia. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do Céu, da
presença de Deus, bela como noiva adornada para o seu esposo. Do trono ouvi uma
voz forte que dizia: «Eis a morada de Deus com os homens. Deus habitará com os
homens: eles serão o seu povo e o próprio Deus, no meio deles, será o seu Deus.
Ele enxugará todas as lágrimas dos seus olhos; nunca mais haverá morte nem
luto, nem gemidos nem dor, porque o mundo antigo desapareceu». Disse então
Aquele que estava sentado no trono: «Vou renovar todas as coisas».
– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Lc 1, 46-48.49-50.53-54 (R. cf. Is 61,
10b)
8. O
salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
– Magnificat, Anima Mea Dominum!
Ass.: Magnificat,
Anima Mea Dominum!
–A minha alma glorifica o Senhor, e o meu
espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque pôs os olhos na humildade da
sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações.
Ass.: Magnificat,
Anima Mea Dominum!
– O todo-poderoso fez em mim maravilhas:
Santo é o seu nome. A sua misericórdia se estende de geração em geração sobre
aqueles que O temem. Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos.
Ass.: Magnificat, Anima Mea Dominum!
– Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os
humildes. Encheu de bens os famintos e aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia.
Ass.: Magnificat,
Anima Mea Dominum!
– Acolheu Israel, seu servo, lembrado da sua
misericórdia, como tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua descendência
para sempre.
Ass.: Magnificat, Anima Mea Dominum!
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se
o Aleluia ou
outro canto.
CANTO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois Vós entre as
mulheres.
11. Enquanto
isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai
proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz
baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para
que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote,
inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os
lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Lc 1, 26-38)
«Alegra-te Maria, nossa esperança»
12. O
diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos
ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal
da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo
São Lucas.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for
oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um homem chamado José, que era descendente de David. O nome da Virgem era Maria. Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo: «Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo». Ela ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela. Disse-lhe o Anjo: «Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu pai David; reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim». Maria disse ao Anjo: «Como será isto, se eu não conheço homem?». O Anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice e este é o sexto mês daquela a quem chamavam estéril; porque a Deus nada é impossível». Maria disse então: «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra».
13. Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória
a vós, Senhor.
O sacerdote ou o diácono beija o livro,
rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas
palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos
domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos
outros dias.
15. Terminada
a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
16. Em
seguida, caso haja, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
17. Inicia-se
o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o
sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Pres.: Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho do homem, que hoje Vos apresentamos, e que para
nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre
o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio:
Pres.: Pelo
mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso
Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Pres.: Bendito
sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho do homem, que hoje vos apresentamos e que para
nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass.: Bendito
seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor,
acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos
agrade, nosso Deus.
23. Se for
oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de
meus pecados.
CONVITE À ORAÇÃO
25. No meio
do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.:Aceitai,
Senhor os dons que trazemos ao vosso altar e santificai-os com o mesmo Espírito
que pelo poder da sua graça fecundou o seio da Virgem Santa Maria. Por Cristo nosso
Senhor.
Ass.: Amém.
Prefácio da Virgem Santa Maria III
(Maria, sinal de consolação e de Esperança)
27. Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Abrindo os braços diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Elevando as mãos, o sacerdote continua:
Corações ao alto.
O povo responde:
Ass: O nosso coração está em Deus.
De braços abertos, o sacerdote acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo responde:
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.
Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é
verdadeiramente nosso dever dar-Vos graças, é nossa salvação glorificar-Vos.
Nós Vos louvamos e bendizemos, por Jesus Cristo, vosso Filho, na Festa da
Virgem santa Maria, Nossa Senhora de Pontmain. Humilde serva, acolheu a vossa
palavra e guardou-a no seu coração; admiravelmente unida ao mistério da
redenção, perseverou com os apóstolos em oração, esperando a vinda do Espírito
Santo; agora, resplandece no caminho da nossa vida, como sinal de consolação e
de firme esperança. Por isso, com os anjos e os santos, proclamamos a vossa glória,
cantando numa só voz:
No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz
alta com o povo:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e
a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome
do Senhor! Hosana nas alturas!
Oração Eucarística
II
28. Em
todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração
eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da
concelebração, forem apropriadas ao canto.
109. O sacerdote, de braços abertos,
diz:
Vós Senhor sois verdadeiramente Santo, dois a fonte
de toda a Santidade
Com as mãos juntas e estendidas sobre as
oblatas, diz:
Santificai, estes dons, derramando sobre eles o
vosso Espirito
Junta as mãos e traça uma vez o sinal da
cruz sobre o pão e o cálice, dizendo:
de modo que se convertam para nós no Corpo e +
Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Na hora em que Ele se entregava, para voluntariamente
sofrer a morte ,
Toma o pão e, sustentando-o um pouco
elevado sobre o altar, continua:
tomou o pão, e dando graças, partiu-o e deu-o aos
seus discípulos,
Mostra ao povo a hóstia consagrada,
coloca-a sobre a patena e genuflete em adoração
Depois, continua:
De igual modo, no fim da ceia
Toma o cálice e, sustentando-o um pouco elevado
sobre o altar, continua:
tomou o cálice, e dando graças e deu-o aos seus
discípulos.
Mostra ao povo o cálice, coloca-o sobre o
corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
O povo aclama, dizendo:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a
vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
Em seguida, o sacerdote, de braços
abertos, diz:
Celebrando, agora Senhor a memória da morte e
ressurreição do vosso Filho, nós Vos oferecemos, o pão da vida e o cálice da
salvação; e Vos damos graças por que nos admitistes à vossa presença para Vos
servir nestes Santos Mistérios.
Humildemente Vos
suplicamos que, participando no Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo
Espírito Santo num só corpo.
Celebrante principal ou concelebrante
[1]:
Lembrai-vos, Senhor, da vossa Igreja dispersa por
toda a terra, e tornai-a perfeita na caridade, em comunhão com o papa Silvestre e todos
os ministros do vosso povo.
Celebrante principal ou concelebrante
[2]:
Lembrai-vos
também dos nossos irmãos que morreram na esperança da ressurreição
e de todos aqueles que na vossa misericórdia partiram deste mundo,
admiti-os na Luz da vossa presença.
Celebrante principal ou concelebrante [3]:
Tende compaixão de nós Senhor, e dai-nos participar
da vida eterna, com a Virgem Santa Maria, Mãe de Deus, Nossa Senhora de
Pontmain, com São José, seu esposo, e com os santos apóstolos Pedro e Paulo, Santo Antão e
todos os Santos que desde o principio do mundo viveram na vossa amizade, para
cantarmos os vossos louvores por Jesus Cristo, vosso Filho.
Toma o cálice e a patena com a hóstia e,
elevando-os, diz:
Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a Vós, Deus Pai
todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por
todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
125. Tendo
colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o
vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na
terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis
cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos
de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados
pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a
perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso
Salvador.
Ass.: Vosso
é o reino, o poder e a glória para sempre!
127. O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a
minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a
união e a paz, segundo a vossa vontade,
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que viveis e reinais pelos séculos dos
séculos.
Ass.: Amém.
128. O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A
paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O
amor de Cristo nos uniu
130. Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta
união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos
receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do
mundo, dai-nos a paz.
Ou, faça-se cantado:
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se
prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos
a paz.
132. O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e
remédio para minha vida.
133. O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em
vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes
os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado
do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha
morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Antífona da comunhão
Bendita sejais, ó Virgem Maria
que trouxe em vosso seio o criador de tudo
deste à luz aquele que te fez
e para sempre permaneces Virgem.
COMUNHÃO
134. O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a
patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que
vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada
comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se
houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto
o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
138. Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote
reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração
puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal se transforme
para nós em remédio eterno.
139. O
sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
140. De
pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum
tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os
braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Senhor que nos alimentastes com o pão da
vida eterna, ouvi a nossa humilde prece e concedei-nos, por vossa bondade, que,
celebrando a memória da Virgem Santa Maria, Mãe de Deus, sintamos sempre os
frutos da nossa redenção.
Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
142. Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O
Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele
está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: Abençoe-vos
o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass.: Amém.
143. Depois,
o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.
144. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.